Notícias - Nacional – Encerramento da VII Simuna

Premiações e discursos emocionados encerram a VII Simuna

Texto de Natália Faria

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A VII edição da Simuna – Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional foi encerrada ontem (6), com o fechamento dos debates dos comitês e a premiação das delegações e jornais que mais se destacaram durante o evento.

No discurso de agradecimento, os professores Délcio e Leandra falaram, emocionados, sobre sua satisfação em serem professores e de como esta profissão é importante para as mudanças de que o mundo necessita. A coordenadora Sandra reforçou a todos que a Simuna existe para nos lembrar, em um mundo cada vez menos humano, de que somos “gente” e que colocar-se no lugar do outro é um ato de humanidade a ser exercido sempre.

Nos discursos das mesas diretoras de cada comitê, ficou claro a satisfação dos integrantes com relação ao desempenho de todos os participantes, em especial à atuação dos alunos do 9º ano do Ensino Fundamental, que puderem, pela primeira vez, participar da Simulação, superando as expectativas dos veteranos. Antes do encerramento oficial, feito pela Secretária Geral Cristiane DeGrande e seus convidados, o público foi surpreendido com um ato simbólico.

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Renata Sanchez em ato simbólico durante o encerramento da VII Simuna.

Duas atrizes entraram no salão vestidas de clowns, declamando um texto poético sobre o salgueiro-chorão, uma árvore exuberante adorada pelos índios norte-americanos. As artistas espalharam sementes de girassol pelo público, com a intenção de lembrá-los de cultivar as sementes plantadas em cada um nesta edição do evento. Afinal, “para ser livre é preciso criar raízes”, esclarece Clara Bevilaqua, uma das atrizes da intervenção.

Depois de mais uma lanche delicioso preparado pelo Naça Restaurante, a VII Simuna chegou ao fim, deixando saudades, muitas boas lembranças e vontade de con-ti-nu-ar! Parabéns a todos!

Rumo à VIII Simuna, pessoal! ;)