Notícias - Primeira Sessão – VIII Simuna

Beto Oliveira-4631

Debates sobre acordos econômicos, pedidos de paz no leste da Ucrânia pelo Reino Unido e a cobrança de um posicionamento do Brasil na questão da Criméia foram alguns dos assuntos discutidos pelos Comitês na primeira sessão da Simuna/2015.

Uma novidade desta edição está no Comitê de Imprensa, que está produzindo uma edição do jornal de notícias toda em inglês. O impresso “The Times” está sendo redigido com a ajuda de um participante muito especial da Simuna: o intercambista dinamarquês, Laurits de PlaceBak. Ele tem 16 anos e, há quase um ano, acompanha as aulas do 2º Ano do Ensino Médio. “Meu maior desafio é fazer as notícias porque as pessoas falam muito rápido e às vezes não entendo, mas está sendo muito bom, uma experiência bem legal nesta escola,” ressalta.

Para a professora-conselheira, Leandra Guerin, é durante as sessões que os participantes precisam mostrar, não só conhecimento aprofundado dos assuntos discutidos, mas também capacidade de se expressarem. “Como a Simuna tem esse caráter performático, os alunos nos surpreendem, pois eles acabam desenvolvendo habilidades que a gente não imaginava que possuíam”, diz Leandra.

Durante as sessões, os participantes se mostram animados e, realmente, entram no clima das discussões internacionais. É preciso ter muita concentração, pois, no momento em que as sessões começam, tudo pode acontecer. A aluna do 2º Ano Gama, Maria Vitória, pertence à Conferência de Paz de Paris (#CPP) e disse que os delegados de sua sessão estão com dificuldades para definir a agenda. “Cada país está querendo defender seus próprios interesses e não estamos conseguindo entrar em acordo para fazer uma agenda e discutir os tópicos necessários. Um deles é a delimitação territorial”, comenta Maria Vitória. Este já é o segundo ano que ela participa do evento e está sendo uma experiência bem legal. “Eu acho bastante proveitoso porque a gente adquire muito conhecimento”, comenta.

Mas as discussões e debates não param por aí, afinal, os diplomatas ainda têm muito a resolver. Então fiquem atentos que amanhã tem mais!