Notícias - A Simuna começou!

IMG_3003O martelinho bateu forte nos corações dos simunáticos e simunáticas na noite passada (19/05). Desde 2008, a Simuna (Simulação  de Relações Internacionais do Colégio Nacional) reúne estudantes, professores e especialistas da área para realizar uma reunião aos moldes da ONU. É a oportunidade de ensinar a tolerância, de aprender a respeitar os diversos posicionamentos culturais, políticos e ideológicos. É a chance de possibilitar àqueles que nunca passaram pela fome, violência ou algo do tipo, para que tenham a oportunidade de discutir acerca destes temas, se colocando na posição de representantes das vítimas dos mesmos.

Em um momento emocionante, que contou com revisões de regras, intervenções culturais, tanto de dois palhaços, quanto de um coral formado por estudantes do Ensino Fundamental, a Simuna deu boas vindas aos delegados, conselheiros e público em geral com discursos belíssimos e emocionantes. A fala do Diretor Robson Carneiro chamou atenção para a questão dos refugiados na Síria, que, na ânsia de encontrarem um lar seguro para si e suas famílias, atravessam mares e terra e, sofrem discriminação de todas as formas. Vitor Damasceno, ex-aluno Nacional e um dos responsáveis pelo evento chamou atenção para o fato de que o sonho só é realizado quando se acredita e se luta por ele, relembrando o objetivo primordial de sua vida na infância e adolescência, que era ser Presidente do Brasil.

O Secretário Geral da Simuna, Fernando Lima, realizou um belo discurso que falava sobre a importância de se colocar no lugar do outro, reiterando a importância de um evento como este, pioneiro no estado de Minas Gerais, não só no fortalecimento das Relações Internacionais, mas para o crescimento pessoal de cada um dos participantes. “Para o bem dos estudantes, este é um evento que nunca pode acabar”, encerrou Vitor Damasceno em seu discurso, antes de se juntar a Fernando Lima e à organizadora Cristiane De Grande para baterem o malhete (“martelinho”) que deu o pontapé inicial à Simuna.