Apresentação

Caros Delegados (as) e membros da Agência de Comunicação (Imprensa), é com imenso prazer e satisfação que lhes dou as boas-vindas à X edição da Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional – SIMUNA, que ocorrerá de 22 a 25 de Junho de 2017.

O ano de 2017 tem sido, a nível nacional e internacional, um ano marcado por instabilidades políticas, conflitos internacionais, expansão dos casos de trabalho escravo, avanço das epidemias no mundo globalizado, e, principalmente, um ano marcado pela inovação no campo tecnológico. Logo, é necessário o crescimento a nível internacional de discussões que tenham por propósito a reflexão destes temas, alicerçado a uma perspectiva mundial, buscando a construção de soluções para estes problemas, observando as diferenças culturais, religiosas e costumeiras visando uma cognição global.

Improtelável, dessa maneira, a necessidade de que todos as nações entendam o que é o trabalho escravo nas grandes cidades sem nunca ter sido vítima ou sofrida com tal prática reincidente em diversos países, compreender os efeitos e anseios daqueles que sofrem com as diversas epidemias (como a Aids que é a quarta principal causa de morte por doença no planeta) que assolam e dizimam a população de diversos países.

É imprescindível que entendamos do que se tratam as inovações e a propriedade intelectual na internet, bem como o seu alcance e limites que devem ser respeitados, sem nunca termos desrespeitados ou ultrapassados as fronteiras das particularidades pessoais e locais. Inescusável se faz o entendimento dos diferentes posicionamentos políticos, sem que para isso sejam utilizados de radicalismos, e, sobretudo ultrajes ou provocações. Somente a partir do momento que tivermos a real dimensão destes conceitos, conseguiremos alcançar e compreender os anseios e necessidades de que o cenário internacional necessita.

Os representantes de Estado, desse modo, a nível internacional, têm por propósito a busca por meio de todos os instrumentos normativos internacionais, a proteção à pessoa, garantia do mínimo existencial a vida humana, buscando assim, por intermédio de todos os recursos possíveis, tornar nossa sociedade cada vez mais justa, humana e solidária.

À imprensa, que a atuação seja imparcial, seguindo os princípios éticos do jornalismo, cumprindo assim com sua primordial função, a de informar com veracidade e neutralidade os nossos representantes de Estado.

Enfim, cabe os Senhores (as), Presidentes (as), Chefes de Estado, Diplomatas, Ministros, Embaixadores, dentre outros, por meio dos trabalhos que serão realizados nos comitês, garantam atuação a partir dos países aos quais representam nas discussões. Para isso, é preciso que encontrem possíveis soluções para os problemas internacionais, buscando a plena efetivação da dignidade da pessoa humana bem como com o objetivo de assegurar uma sociedade mais igualitária e humana a todos os povos e nações.

 

Cordialmente,                             

Délcio Garcia Gomes                                                                                                                                   

Professor de História e conselheiro da X Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional