Simuna

 

 

Apresentação

Caros Delegados (as) e membros da Agência de Comunicação (Imprensa), é com imenso prazer e satisfação que lhes dou as boas-vindas à X edição da Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional – SIMUNA, que ocorrerá de 22 a 25 de Junho de 2017.

O ano de 2017 tem sido, a nível nacional e internacional, um ano marcado por instabilidades políticas, conflitos internacionais, expansão dos casos de trabalho escravo, avanço das epidemias no mundo globalizado, e, principalmente, um ano marcado pela inovação no campo tecnológico. Logo, é necessário o crescimento a nível internacional de discussões que tenham por propósito a reflexão destes temas, alicerçado a uma perspectiva mundial, buscando a construção de soluções para estes problemas, observando as diferenças culturais, religiosas e costumeiras visando uma cognição global.

Improtelável, dessa maneira, a necessidade de que todos as nações entendam o que é o trabalho escravo nas grandes cidades sem nunca ter sido vítima ou sofrida com tal prática reincidente em diversos países, compreender os efeitos e anseios daqueles que sofrem com as diversas epidemias (como a Aids que é a quarta principal causa de morte por doença no planeta) que assolam e dizimam a população de diversos países.

É imprescindível que entendamos do que se tratam as inovações e a propriedade intelectual na internet, bem como o seu alcance e limites que devem ser respeitados, sem nunca termos desrespeitados ou ultrapassados as fronteiras das particularidades pessoais e locais. Inescusável se faz o entendimento dos diferentes posicionamentos políticos, sem que para isso sejam utilizados de radicalismos, e, sobretudo ultrajes ou provocações. Somente a partir do momento que tivermos a real dimensão destes conceitos, conseguiremos alcançar e compreender os anseios e necessidades de que o cenário internacional necessita.

Os representantes de Estado, desse modo, a nível internacional, têm por propósito a busca por meio de todos os instrumentos normativos internacionais, a proteção à pessoa, garantia do mínimo existencial a vida humana, buscando assim, por intermédio de todos os recursos possíveis, tornar nossa sociedade cada vez mais justa, humana e solidária.

À imprensa, que a atuação seja imparcial, seguindo os princípios éticos do jornalismo, cumprindo assim com sua primordial função, a de informar com veracidade e neutralidade os nossos representantes de Estado.

Enfim, cabe os Senhores (as), Presidentes (as), Chefes de Estado, Diplomatas, Ministros, Embaixadores, dentre outros, por meio dos trabalhos que serão realizados nos comitês, garantam atuação a partir dos países aos quais representam nas discussões. Para isso, é preciso que encontrem possíveis soluções para os problemas internacionais, buscando a plena efetivação da dignidade da pessoa humana bem como com o objetivo de assegurar uma sociedade mais igualitária e humana a todos os povos e nações.

 

Cordialmente,                             

Délcio Garcia Gomes                                                                                                                                   

Professor de História e conselheiro da X Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional

Comitês

O que é Simuna?

O ano de 2017 é muito especial para a SIMUNA – A Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional, pois o nosso evento entra em sua décima edição, reconhecido como um dos projetos mais consistentes e relevantes do Colégio Nacional. Sendo assim, antes de tudo, a SIMUNA é um projeto com o qual temos o maior carinho.

Por um lado, a SIMUNA é um modelo que reconstrói em pequena escala comitês das Nações Unidas e outras organizações internacionais, além de encontros históricos e agências de comunicação escrita e audiovisual que cotidianamente acompanham os principais acontecimentos do mundo. Por outro lado, a SIMUNA também é um grande painel artístico, multifacetado e que reúne interpretações teatrais, direção de documentários, desenhos de humor, apresentações musicais, compondo por meio da diversidade um espaço que promove o desenvolvimento do sujeito como um todo, por meio da autonomia e da alteridade.   

A SIMUNA surgiu em 2008 como um evento pequeno, articulado pelos estudantes do Ensino Médio, com apoio dos professores, coordenadores e outros integrantes do corpo pedagógico do Nacional, oferecendo um espaço aberto e democrático, em forma de simulação, dentro do qual os participantes representam embaixadores, presidentes, juízes, chefes militares, jornalistas, fotógrafos, ativistas de organizações não governamentais, artistas, experimentando diversos papéis relevantes no cenário internacional.

Deste modo, não seria incorreto afirmar que a SIMUNA pretende algo ambicioso: convidar, durante um fim de semana, as lideranças políticas e as organizações que fizeram história e atualmente debatem as questões fundamentais no mundo para conversarem mais uma vez dentro de nossas salas de aula, por meio de nossos jovens, pois quem sabe assim eles possam encontrar soluções para os impasses econômicos, sociais, humanitários, que ainda assolam o nosso tempo. 

 

CSNU Histórico – O Incidente no Golfo de Tonquin e os conflitos no Vietnã

A situação-problema deste comitê encontra-se entre as crises mais impactantes e revisitadas do século XX, amplamente debatida tanto nos meios de comunicação de massa como no mundo acadêmico, multi-interpretada no cinema, nas fotos jornalísticas que acompanharam lado a lado os eventos militares, no meio político, nos movimentos sociais como aqueles conduzidos pelos estudantes universitários e secundaristas dos Anos 60, com suas utopias romântico-revolucionárias.       Trata-se de um conflito com fortes motivações ideológicas que aconteceu no coração da Guerra Fria, em um de seus momentos mais tensos. A Guerra do Vietnã, como acabou mundialmente conhecida, entre seus inúmeros desatres humanitários, tornou-se uma questão central para aqueles que lutavam pela paz, ou pelo menos que se solidarizavam com as lutas de libertação nacional, as revoluções ou mesmo a resistência das pequenas nações do mundo, periféricas na distribuição internacional do trabalho e no peso político nas relações internacionais, mas capazes de feitos extraordinários, não obstante o apoio externo que tenham recebido.

Os delegados do Conselho de Segurança Histórico encontrarão esta crise no início, por volta de agosto de 1964, momento no qual as forças armadas estadunidenses passaram a se envolver diretamente no conflito. Trata-se de um debate que pode certamente definir os caminhos, históricos ou não, de um dos mais relevantes acontecimentos políticos e humanitários do século passado.  

 

OMPI – Organização Mundial de Propriedade Intelectual

Neste ano de 2017, em sua 10º edição, a SIMUNA disponibiliza pela primeira vez um encontro da OMPI, a Organização Mundial de Propriedade Intelectual, com o desafio de debater um dos espaços de maior expansão nos últimos anos: a rede mundial de computadores. A pauta principal do encontro será a delicada questão da propriedade intelectual e da inovação na internet, envolvendo a criação, o compartilhamento, a publicação e a distribuição de conteúdos das mais diferentes linguagens: textos, músicas, vídeos, imagens, além de softwares e outros produtos sujeitos ou não ao regime de patentes e proteção intelectual.   

De acordo com a União Internacional de Telecomunicações (UIT), a principal agência das Nações Unidas para tecnologias de informação e telecomunicação, em seu relatório “Medindo a Sociedade da Informação” divulgado em novembro de 2016, quase 3,5 bilhões de pessoas (47% da população mundial) estão conectadas a internet. Estes dados são ainda mais expressivos quando consideramos o número de assinaturas móveis, o que fortalece o debate a respeito dos direitos autorais e de propriedade industrial, além daqueles relacionadas à personalidade, isto é, as características que identificam a pessoa.

Neste caso, a ampliação das redes sociais e da experiência digital contribuiu para uma banalização do uso da imagem e recursos audiovisuais que são distribuídos frequentemente sem qualquer forma de controle, exigindo uma discussão a respeito. Por outro lado, os delegados da OMPI precisam considerar também os efeitos de uma ampliação excessiva da normatização e do controle para a criatividade individual e a diversidade político-ideológica, cultural e organizacional da internet.

 

 OMS – Organização Mundial de Saúde

Desde a sua criação, em 1948, como uma agência especializada das Nações Unidas, a OMS trabalha em prol da melhoria da qualidade de vida e da saúde no mundo, entendendo saúde como um estado de bem-estar físico, mental e social que ultrapassa a presença ou não de uma enfermidade. Neste caso, o desafio da OMS faz com que ela trabalhe de forma conjunta com outras organizações internacionais, integrando o desenvolvimento social e econômico com a melhoria nas condições de alimentação, higiene, prevenção, vacinação e combate a doenças, no desenvolvimento científico na área de saúde, entre outros aspectos relacionados à proteção da vida.

Em 2017, na 10º edição da SIMUNA, a OMS foi convidada para debater de forma mais abrangente a delicada questão das epidemias, muitas das quais preocuparam seriamente a comunidade internacional nos últimos anos. Apesar dos surtos epidêmicos acompanharem a história humana desde as primeiras civilizações, o problema assumiu novos patamares no mundo atual, marcado pela globalização, o crescimento populacional, a urbanização acelerada, além da persistência de vastas áreas do planeta com baixo desenvolvimento social e sanitário, ou ainda, que sofrem com conflitos armados que tentem a pauperizar ainda mais as condições de profilaxia e tratamento.

Neste sentido, os estudantes-delegados da OMS presentes na SIMUNA terão como desafio tratar do tema de forma mais ampla, sem priorizar esta ou aquela doença, elaborando, por conseguinte, uma agenda que perpasse pelos surtos epidêmicos virais, bacteriológicos e de outros micro-organismos (ebola, malária, zika, gripe, AIDS, pneumonia, tuberculose, entre outras) sem desconsiderar outras manifestações epidêmicas existentes.

                                                                                                                  

OIT – Organização Internacional do Trabalho

Em 2016, a ONG Walk Free Foundation divulgou o seu terceiro Índice Global de Escravidão, estimando em 45,8 milhões de pessoas submetidas à condição de escravo no mundo, situação que se manifesta tanto nas áreas rurais como no espaço urbano e industrial, variando-se conforme o país apontado. Trata-se de um problema que perpassa por várias instituições e cujas responsabilidades são compartilhadas entre o poder público – na maioria das vezes ineficiente – o capital privado, além de toda uma rede de exploração que ultrapassa o ambiente do trabalho nas fazendas, nas indústrias, no setor terciário, envolvendo também outras situações, como, por exemplo, o casamento forçado e o tráfico de pessoas. Os altos índices de desigualdade social, de pobreza e falta de oportunidades potencializam as condições de vulnerabilidade.  Por fim, a extensa cadeia de relações que envolvem o trabalho escravo alcança também aquele que consome os seus produtos e serviços, os quais são subavaliados e de difícil identificação.

Sendo assim, em um contexto marcado pela reestruturação das relações de trabalho e consequentemente das legislações nacionais e internacionais acerca do tema, a 10º edição da SIMUNA convida os delegados da Organização Internacional do Trabalho a pensarem em uma nova agenda para a fiscalização e a erradicação do trabalho escravo no mundo contemporâneo, com foco nas grandes cidades. 

 

CSNU – Conselho de Segurança das Nações Unidas

A ordem bipolar que emergiu da Segunda Guerra Mundial produziu crises localizadas cujos desdobramentos poderiam ter se traduzido em uma guerra nuclear. Em outros momentos, as disputas inerentes a Guerra Fria, protagonizadas pelos Estados Unidos e a União Soviética, proporcionaram divisões político-territoriais que se desdobraram por décadas, como ocorreu, por exemplo, com as duas Alemanhas, os dois Vietnãs e as duas Coréias. Neste último caso, a divisão ideológica resultou um dos mais importantes conflitos armados do século XX: a Guerra da Coréia, entre 1950 e 1953.

Não obstante o cessar-fogo de Panmunjon em 1953, ou mesmo o fim da Guerra Fria em 1991 e a inauguração de uma Nova Ordem Mundial, as duas Coréias permanecem em um impasse geopolítico que sobrevive até os dias atuais, agravado desde 2003 com a retirada da Coréia do Norte do Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares, além dos cinco testes nucleares norte-coreanos realizados entre 2006 e 2016.

Neste cenário, no qual os Estados Unidos e seus aliados intensificam exercícios militares na região, o governo da Coréia do Sul passa por uma crise política interna e Pyongyang realiza novos testes militares, o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) precisa encontrar uma agenda positiva para um conflito que constantemente se atualiza.  

 

CDSI – Comissão de Desarmamento e Segurança Internacional

Conforme estabelecido na Carta das Nações Unidas, particularmente na Primeira Comissão para Desarmamento e Segurança Internacional (CDSI), estabelecida em 1978, um dos objetivos que pode compor o universo de atribuições da Assembleia Geral é a promoção do desarmamento e a cooperação pela paz. Afinal, a indústria bélica figura entre as mais rentáveis no mundo, assim como o financiamento e o comércio de armas, especialmente aquelas de médio e pequeno porte. Muitas destas armas contribuem decisivamente para o surgimento e o prolongamento dos conflitos armados, como é caso das guerras civis e da ação de grupos extremistas na África e no Oriente Médio, muitos dos quais ligados a organizações como a Al Qaeda e o Estado Islâmico.

Não se trata de um problema simples. De acordo com uma reportagem recente no portal das Nações Unidas, o acesso as armas convencionais, que em muitas sociedades não possuem um controle rigoroso e até contam com um comércio legal desenvolvido, deixam danos materiais e humanos irreversíveis. “De pelo menos 640 milhões armas de fogo licenciadas em todo o mundo aproximadamente dois terços estão nas mãos da sociedade civil. O comércio legal de armas de pequeno calibre excede quatro bilhões de dólares por ano. O comércio ilegal é estimado em um bilhão de dólares. E essas armas convencionais, como as minas terrestres, causam destruição da vida e da integridade física, que continua por anos após os conflitos terem acabado.” ONU.   

Sendo assim, a Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional (SIMUNA) oferece mais uma vez um espaço para que os estudantes-delegados possam refletir sobre o assunto, tendo como prioridade o combate ao financiamento e armamento de grupos extremistas na África e no Oriente Médio. Um processo de armamento que se estrutura em rede, e envolve traficantes especializados, lideranças políticas, potências internacionais e grandes empresas de capital privado que encontram nos conflitos armados novas possibilidades de negócio. 

 

Agências de comunicação escrita e audiovisual

Os encontros internacionais começam antes da abertura das sessões e continuam após as cerimônias oficiais de encerramento, seja porque as relações de interesse entre os Estados ultrapassam necessariamente as salas de discussões, seja porque a cobertura nos meios de comunicação expande o alcance e a complexidade destes encontros. Afinal, estas agências acompanham diariamente os debates, entrevistam os diplomatas e demais autoridades presentes, fotografam, desenham, filmam, editam e, por fim, produzem reportagens escritas e audiovisuais que nos permitem conhecer uma parte do que acontece nos bastidores destes eventos. Trata-se sempre de uma visão possível da realidade, cuja parcialidade se soma ao complexo jogo de interesses econômicos, políticos e ideológicos inerentes ao funcionamento de sistemas como as Nações Unidas.

Sendo assim, nenhuma simulação de relações internacionais estaria completa se não reproduzisse também o trabalho das agências de comunicação, as quais foram ampliadas na X edição da SIMUNA.

Em 2017, além do trabalho com os jornais escritos, a cobertura dos eventos e dos comitês será enriquecida com um espaço mais amplo para outros meios de comunicação, como, por exemplo, o trabalho irreverente das charges e caricaturas, além da possibilidade de produção de documentários. A ideia é aumentar as possibilidades para aqueles que se proponham a contar históricas, informar e analisar detalhes que, por vezes, nos passam despercebidos enquanto vivemos os acontecimentos.

 

 

 

 

 

 

Inscrição

SIMUNA 2017 – X Edição

 Tema: Desafios, diplomacia, alteridade: (des) Construindo cenários por meio da diversidade                                                                                 Data: 22 a 25/06/2017

Comitês:                  

 

1. CSNU – Conselho de Segurança das Nações Unidas:

O programa nuclear e de desenvolvimento de mísseis norte-coreano.

Aberto a alunos do 9ºano do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Universitários   – Simulação em dupla

 Formulario de inscrição – CSNU 2017

 

  1. CSNU Histórico – Conselho de Segurança das Nações Unidas Histórico:

O Incidente do Golfo de Tonquin e os Conflitos no Vietnã – 05 de agosto de 1964.

Aberto a alunos do 9ºano do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Universitários   – Simulação em dupla

Formulario de inscrição – CSNU HISTÓRICO 2017 

 

  1. OIT – Organização Internacional do Trabalho:

O Trabalho escravo nas grandes cidades (Delegações tripartides)                                                                                             

 Aberto a alunos dos 2ºs e 3ºs anos do Ensino Médio e Universitários – Delegações Tripartides  – Simulação Individual

Formulario de inscrição – OIT 2017 

 

  1. OMPI – Organização Mundial da Propriedade Intelectual:

A inovação e a propriedade intelectual na internet

 Aberto a alunos do 9ºano do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Universitários   – Simulação em dupla

Formulario de inscrição – OMPI 2017 

 

  1. OMS – Organização Mundial da Saúde:

Contenção de epidemias no mundo globalizado

Aberto a alunos do 9ºano do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Universitários   – Simulação em dupla

Formulario de inscrição – OMS 2017 

 

  1. Imprensa:
    1. Jornais(Jornalistas em dupla): Formulario de inscrição – Imprensa 2017 – JORNALISTAS
    2. Charges, Caricaturas e Desenho (Participação individual): Formulario de inscrição – Imprensa 2017 – CHARGISTA, CARICATURISTA, DESENHISTA
    3. Documentário (Participação em grupo de 4 membros): Formulario de inscrição – Imprensa 2017 – Vídeo Documentarista
    4. Simuninhas (Participação em duplas):  

 

Inscrições: 29/05 a 02/06

 Valor: R$205,00 por pessoa – Entrada de R$105,00, mais uma parcela de R$100,00 em 30 dias.

 

Importante:

  • Inscrições para o Comitê de Imprensa:
    • Jornalistas:
      • Haverá 24 vagas para essa modalidade
      • As inscrições serão feitas em duplas, as quais poderão escolher um veículo para representar, ou participar de um sorteio.
    • Caricaturistas, chargistas e desenhistas:
      • Haverá 6 vagas para essas modalidades.
      • Participarão da SIMUNA individualmente e trabalharão para mais de um Veículo.
      • Antes de inscrever-se nessa modalidade, você deverá encaminhar até o dia 30/05/2017 (Segunda-feira) para o email sandranunes@nacionalnet.com.br uma caricatura, ou uma charge, ou um desenho com o tema: Desafios, diplomacia, alteridade: (des) Construindo cenários por meio da diversidade, no formato IMAGEM. JPEG.
      • O resultado dos 5 melhores participantes nessa modalidade sairá no dia 31/05/2017 às 19h via facebook.

 Simuninha Diário:

    • Haverá 6 vagas para essa modalidade.
    • Participarão da SIMUNA em três duplas de dois componentes e trabalharão na cobertura Geral do Evento – Antes de inscrever-se nessa modalidade, você deverá encaminhar até o dia 29/05/2017 (Segunda-feira) para o email sandranunes@nacionalnet.com.br um texto, de no máximo 15 linhas, falando do motivo pelo qual você e seu parceiro devem participar da X SIMUNA.
    • O resultado das 3 melhores duplas nessa modalidade sairá no dia 31/05/2017 às 19h via facebook.

 Documentaristas:

    • Haverá 8 vagas para essa modalidade.
    • Participarão da SIMUNA em dois grupos, de quatro componentes;
    • Antes de inscrever-se nessa modalidade, os candidatos deverão encaminhar o link de um vídeo feito pelo grupo, com até 30 segundos, no formato Wmv/MPEG4, considerando o tema: Desafios, diplomacia, alteridade: (des) Construindo cenários por meio da diversidade; até o dia 30/05/2016 para o email sandranunes@nacionalnet.com.br O resultado dos 2 quartetos participantes nessa modalidade sairá no dia 31/05/2017 às 19h via facebook.
    • Fica sob total responsabilidade do grupo, trazer os equipamentos necessários para filmagem e edição dos vídeos a serem apresentados. A escola não se responsabilizará pelos equipamentos.
    • Os dois grupos escolhidos terão a responsabilidade de confeccionar um documentário audiovisual que sintetize os quatro dias do evento. Os dois vídeos serão exibidos na cerimônia de encerramento da SIMUNA.

 

  • As inscrições efetivam-se nos endereços:

Ensino Médio – Unidade México – Rua México, 208

Ensino Médio – Unidade Rondon – Av Rondon Pacheco, 350

Departamento de Matrícula – Av. Araguari, 100

Cronograma

Galera, saiba mais detalhes sobre as datas de todos os evento da VIII Simuna, como os dias em que cada comitê será realizado, o lançamento dos guias de estudos, entre outros. 

Clique aqui: Cronograma Site Oficial 2017

 

Guia de Estudos

Os guias de estudos têm a finalidade de auxiliar os participantes a cumprirem seu papel nos comitês.

Em breve!

 

 

Foto: Beto Oliveira

Foto: Beto Oliveira

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”

(Fernando Birri)

No Colégio Nacional, os assuntos que dominam o noticiário internacional são vivenciados na prática por meio da Simulação de Relações Internacionais (Simuna), realizada pela escola desde 2008.

Durante quatro dias de atividades, a unidade do Ensino Médio de Uberlândia é transformada em um ambiente diplomático – inspirado nos MUN’s (Modelos de Relações Internacionais das Nações Unidas), em que os estudantes assumem os papéis de embaixadores, governantes, jornalistas e ativistas, com o desafio de representá-los com o máximo de veracidade em debates sobre questões ambientais, econômicas, culturais, sociais e políticas do mundo contemporâneo.

Seguindo uma tradição histórica, a Simuna envolve, na participação e organização, alunos e ex-alunos do Colégio Nacional. O evento é aberto, ainda, a universitários e estudantes do Ensino Médio de instituições públicas e privadas de Uberlândia e região. 

 

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Foto: Beto Oliveira

VIII SIMUNA – 2015

Ocorrida entre os dias 21 a 24 de Maio de 2015, a última edição da Simuna possibilitou o debate de temas importantes e muito atuais. O Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) falou sobre a crise política e o separatismo no leste da Ucrânia; a Comissão sobre o Status da Mulher (CSW), sobre violência contra as meninas e mulheres perante o fortalecimento dos movimentos fundamentalistas; e o Conselho de Direitos Humanos (UNHRC), cujo foco foi refletir sobre a negação da infância em situações de extrema pobreza e guerra.

Além desses três comitês, foi instaurando um Comitê histórico, simulando a Conferência de Paris de 1919-20, que pôs fim a Grande Guerra, como os europeus a chamam, um dos maiores conflitos armados já travados pela humanidade, responsável por alterações territoriais e desdobramentos políticos que ainda hoje marcam nossas sociedades; e um comitê de Imprensa que trabalhou na cobertura do evento, por meio de jornais impressos, caricaturas, blogs e snapchat. Debates foram intensos e calorosos, trazendo à tona novos pontos de vista a respeito dos temas discutidos, de modo que os alunos passaram a enxergar, a partir de novas lentes, as relações políticas e internacionais por meio da experiência com o evento.

 

VII SIMUNA – 2014

A VII edição da Simuna ocorreu em abril de 2014 e trouxe à tona questões do cenário internacional por meio de três comitês principais: UNESCO, Comissão de Desarmamento e Segurança Internacional (CDSI) e o Tribunal de Nuremberg, além dos tradicionais comitês de Imprensa e do Terceiro Setor (ONGs).

A SIMUNA é um evento com mais de sete anos. Surgiu pequeno, articulado pelos estudantes do Ensino Médio, com apoio dos professores e do corpo pedagógico, com um tempero que combinava irreverência e seriedade. Desde o princípio, nosso projeto tem por finalidade criar um espaço, aberto e democrático, em forma de simulação, dentro do qual os participantes são levados a representarem embaixadores, presidentes, chefes militares, jornalistas, ativistas de organizações não governamentais, staffs, diretores, juízes e, porque não, jovens intérpretes dos papeis mais importantes no cenário internacional, no mundo.

 

VI SIMUNA – 2013

A abertura da VI Simuna contou com a participação do libanês Salim Kadi, que militou armado no exército aos 14 anos, e compartilhou sua experiência e visão de mundo com alunos do Colégio Nacional e graduandos da UFU. Compreendendo a necessidade de propor discussões contemporâneas, o evento ofereceu quatro comitês.

O Conselho de Direitos Humanos (CDH) debateu o problema das crianças-soldado, presentes não apenas nas guerras civis africanas, nos movimentos separatistas, em organizações terroristas, mas também no crime organizado nas favelas brasileiras. Já o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) tratou da grave situação política e humanitária na Síria, dividida por uma guerra civil desde 2011.

O comitê de Imprensa foi reeditado, possibilitando aos jovens participantes experimentarem a produção da notícia, com seus desafios e responsabilidades. O encerramento do evento foi feito via webcam, pela ex-aluna do Colégio Nacional, Letícia Mendonça, uma das idealizadoras da Simuna, que cursou Relações Internacionais na UNESP e hoje trabalha na empresa OXFORD BUSINESS GROUP, no Panamá, e pelo consultor pedagógico do Colégio Nacional, Thomé Caires, que participou da cerimonia direto do Canadá.

 

IMG_0426V SIMUNA – 2012

A V Simuna foi realizada em julho de 2012. Um de seus comitês convidou os estudantes do Colégio Nacional e da UFU ao exercício de voltar no tempo, com a incrível chance de encerrar a Segunda Guerra Mundial de forma diferente, destino esse que foi discutido em um encontro que nunca ocorreu: a “Conferência de Paz de Varsóvia“.

Os convidados de honra da noite de abertura foram Pedro Burgarelli, ex-aluno do Colégio Nacional e graduando em RI pela University de Montreal – Canadá, e Leandra Guerin, professora de sociologia e membro honorário do conselho da Simuna.

No encerramento, além da participação de Dani Rotelli e Luchino Mandias, jovens que trabalham pela defesa do Meio Ambiente e se vestem com roupas produzidas com materiais reutilizados, houve o lançamento do livro “Cavando Trincheiras – Crônicas do Soldado Irineu”, de Paulo Irineu Barreto Fernandes, doutorando em Geografia Humana e Cultural e professor de Filosofia do Instituto Federal do Triângulo Mineiro.

 

IV SIMUNA – 2011

Na quarta edição da Simuna, realizada em novembro de 2011, foram simulados dois comitês do Sistema das Nações Unidas: o CSNU (Conselho de Segurança das Nações Unidas), que contou com a participação de graduandos da UFU, Uniminas e Politécnica, enriquecendo o debate sobre a questão Palestina; e o CDH (Conselho de Direitos Humanos), que discutiu a expansão das práticas de racismo, intolerância e xenofobia pelo mundo.

Além dos comitês, o evento contou com uma equipe de imprensa, realizando a cobertura das atividades em tempo real. As notícias foram publicadas diariamente por meio de modelos de grandes jornais internacionais, como New York Times e The Guardian e ficaram disponíveis em um jornal mural durante todo o evento.

 

III SIMUNA – 2010 IMG_3167

A terceira edição da Simuna foi realizada em outubro de 2010 e contou com a participação de alunos do Ensino Médio e Fundamental do Colégio Nacional, alunos visitantes de escolas publicas de Uberlândia, do Colégio Sidarta/São Paulo e dos cursos de Jornalismo, Direito e Relações Internacionais da UFU e da PUC do Rio de Janeiro.

Durante quatro dias de trabalho, os alunos e convidados defenderam com veemência sua posição, devidamente adequados aos procedimentos diplomáticos, seja para decidir a extradição de Giuseppe Togliatti (STF) ou para definir estrategias para contornar as catástrofes ambientais que ocasionam as mudanças climáticas (COP-16); seja para solucionar “a crise humanitária em Dafur” (ACNUR) ou para avaliar “a violência dos Direitos Humanos nas práticas de tortura pelo mundo” (CDH). Todos os acontecimentos foram acompanhados e registrados pelo comitê de Imprensa.

 

II SIMUNA – 2009

“Quem disse que os problemas da humanidade são responsabilidade exclusiva dos grandes?” Foi com essa indagação que o professor Délcio Garcia declarou aberta a segunda edição da Simuna, primeira simulação oficial do Colégio Nacional, que reuniu alunos dos 2º e 3º anos do Ensino Médio da unidade de Uberlândia.

A partir de discussões realizadas pela organização do evento – formada por alunos, professores e coordenadores, foram realizados três comitês: o de Imprensa, que reuniu alunos-jornalistas, responsáveis pela dinâmica da cobertura jornalística do evento; a Cúpula Global, que trabalhou o tema do conflito Israel-Palestina e a Cúpula das Américas, que focou a questão das bases militares estadunidenses na Colômbia e nas fronteiras.

 

I SIMUNA – 2008

A I Simuna aconteceu em 2008, de forma tímida e ainda experimental. Na época, alunos do Ensino Médio da unidade de Uberlândia que se interessavam em participar de simulações de relações internacionais de referência, como a Mini ONU, organizada pela PUC, em BH, e o Fórum FAAP, em São Paulo, se mobilizaram com colegas para criarem um evento semelhante na escola. Além de mIMG_0334udarem os rumos da história do Colégio Nacional e das próprias simulações, esses alunos pioneiros buscavam integrar os colegas que não podiam participar da atividade por questões financeiras. 

Em sua primeira realização, a Simuna contou com a participação de 17 alunos entre 1º e 3º. As discussões foram desenvolvidas em um único comitê, o Comitê Histórico, que foi conduzido nos moldes de uma reunião extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA), com o objetivo de deliberar sobre um golpe de estado no Haiti.

Embora tenha sido um rascunho das simulações que a sucederam, esta primeira experiência foi muito bem-sucedida, pois a partir daí o projeto ganhou contornos de realidade. Desde então, a cada ano, novas gerações se engajam no projeto e tornam possível a sua realização, em um exercício muito significativo de visão histórica, cooperação e protagonismo.