Simuna

 

 

Apresentação

Caros estudantes, colaboradores e demais participantes,

Sejam todos bem-vindos à 11º edição da Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional, que neste ano será realizada entre os dias 28 de junho a 1º de julho.

Nos últimos dez anos, a SIMUNA ofereceu para os estudantes participantes um espaço simulado de comitês das Nações Unidas, onde o real e o imaginado se entrelaçaram, possibilitando aos jovens debater, em escala reduzida e por meio de representações de papéis, os principais problemas que desafiam a humanidade.

Desde o seu primeiro comitê, em 2008, a SIMUNA não se eximiu em propor e enfrentar situações-problema tão variadas quanto os grupos humanos afetados ou responsáveis por elas; questões como os impasses territoriais, a intolerância religiosa, a desigualdade de gênero, os refugiados e os apátridas, as crianças-soldado, os golpes de Estado, as práticas de tortura, o trabalho escravo e degradante, as mudanças climáticas, o radicalismo político, a ameaça nuclear e o desarmamento, os objetivos do milênio, o racismo e a luta pelos direitos civis, os direitos de patente e liberdade de acesso a informação, as epidemias, as guerras e os grandes eventos da história do século XX. Temas que traduzem apenas uma parte do universo de uma simulação de relações internacionais.

Durante os dias do evento, a SIMUNA se transforma em muitos outros espaços de interação e aprendizado, envolvendo desde as interpretações teatrais, a criação de documentários, os desenhos de humor, as apresentações musicais, a produção jornalística, compondo por meio da diversidade um espaço que promove o desenvolvimento do sujeito como um todo, por meio da autonomia e da alteridade.

 Preocupações como essas assumem um destaque ainda maior em um ano – como o de 2018 – no qual lembramos os cinquenta anos da morte de Martin Luther King Jr, cuja luta pacífica e pautada na desobediência civil enfrentou corajosamente a segregação racial nos Estados Unidos, respondendo o ódio com amor e o sonho de uma sociedade onde todos, independentemente de sua cor, mas também de sua origem social, da ideologia, do gênero, da religião, da nacionalidade, pudessem se sentar juntos à mesa da fraternidade. Um sonho que também nos move hoje, e nos faz lembrar da geração romântico-revolucionária de 1968, e suas muitas primaveras, além dos trinta anos da Constituição cidadã de 1988, ou ainda, dos setenta anos do documento mais importante já escrito: a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

A SIMUNA é um evento que acredita que, por meio da educação, é possível edificar uma sociedade pautada primordialmente no gênero humano. Sendo assim, convidados a todos a compartilharem deste sonho.

 

Cordialmente,                                                                                                                                                                                         

Agostinho Tozzo Neto, Délcio G. Gomes, Leandra Guerin, Marina Goulart, Miriane Dayrell, Sandra Nunes, Sandro Vital da Luz.

Professores e coordenadores da XI Simulação de Relações Internacionais do Colégio Nacional. 

Comitês

CSNU – Conselho de Segurança das Nações Unidas

O ano de 2018 possui significados diferentes para israelenses e para palestinos. Os judeus lembraram recentemente e comemoraram os setenta anos da criação do Estado de Israel, que ocorreu em 1948. Uma conquista do movimento sionista e de um povo que na Segunda Guerra Mundial sofrera um dos maiores genocídios da história. Os árabes palestinos, por sua vez, lembraram neste ano e protestaram contra o que chamam de “Nakba” ou a “catástrofe”, devido ao deslocamento do seu povo das terras onde viviam, forjando uma situação de refúgio que sobrevive a até os dias atuais.

O conflito israelo-palestino, possivelmente o mais antigo em atividade no cenário internacional, envolve uma disputa pela terra entre dois povos, agravada por questões históricas e religiosas. Somam-se a isto as constantes intervenções internacionais de diversos países, além das ações de grupos radicais islâmicos e judeus que contribuem para atualizar a cada ano o impasse na região. 

Neste processo, a cidade de Jerusalém possui uma posição especial, uma vez que é reivindicada tanto pelos palestinos como pelos israelenses, que a controlam desde 1967 e consideram desde 1980 como a sua capital “eterna e indivisível”. Trata-se de uma situação delicada e que não possui reconhecimento das Nações Unidas e de grande parte dos países no mundo. Recentemente, os Estados Unidos transferiram a sua embaixada para a “Cidade Santa”, provocando um novo debate na comunidade internacional, o qual será simulado durante as sessões do CSNU na XI SIMUNA.

Neste ano, a SIMUNA convida os estudantes-delegados do Conselho de Segurança das Nações Unidas a deliberarem mais uma vez sobre a delicada situação geopolítica no Oriente Médio, tendo como tema central da agenda de discussões a “situação política da cidade de Jerusalém e o impasse israelo-palestino na Cisjordânia e na Faixa de Gaza”.

 

Conferência de Berlim (1884-1885) 

Em novembro de 1884, 14 Estados representados em Berlim, na Alemanha, debateram acerca das condições de comércio, navegação e dos limites territoriais no continente africano, sem considerar os interesses dos povos originários deste continente, os quais sequer foram convidados. Entre as questões acordadas no encontro estavam, por exemplo, a condenação do tráfico de escravos, a livre navegação nas bacias do Congo e do Níger, o princípio de notificação e ocupação efetiva dos novos territórios, a necessidade de proteção dos missionários europeus e demais viajantes, entre outros pontos que acabaram por acirrar as disputas territoriais sobre a África.

Em pouco mais de dois meses, as potências imperialistas prepararam o cenário para uma das maiores agressões territoriais, econômicas e culturais da história, consolidando a partilha de um continente. Na esteira das decisões feitas em Berlim surgiram Estados artificiais e internamente divididos na África, os quais, mesmo após os respectivos processos de emancipação, continuaram enfrentando desafios que remontam ao processo de colonização.

Reconhecendo a relevância histórica desse encontro e seus desdobramentos para a contemporaneidade, a SIMUNA oferece, nesta 11º edição, a oportunidade para os estudantes reviverem o contexto da Conferência de Berlim, podendo, em regime de simulação, confirmar ou alterar as escolhas feitas historicamente.

 

ACNUR – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados

 Mianmar é um Estado de maioria budista localizado no sul da Ásia, conhecido durante a colonização britânica como a Birmânia. Aproximadamente 5% da população é composta pelos rohingyas, povo muçulmano localizado principalmente no oeste do país, no Estado de Rakhine, e que sofre com uma das mais duradouras e negligenciadas segregações do século XX, acirrada recentemente pela crise de refugiados. Muitos foram obrigados a se deslocar para Bangladesh e a Malásia.

Os rohingyas vivem em um dos Estados mais pobres de Mianmar, são submetidos a diversas restrições (casamentos injustos, limitação na quantidade de filhos, controle sobre o deslocamento e viagens), encontram dificuldade no acesso à terra, sofrem constantes ações de violência por parte de grupos radicais e pelo próprio governo do país, tendo negado o direito à cidadania, pois são considerados apátridas. Em contrapartida, grupos armados que atuam na região dos rohingyas reagiram de forma violenta nos últimos anos e atacaram os hindus e postos do governo, agravando consideravelmente o problema.

Atenta aos problemas que afligem o mundo, a SIMUNA não poderia ignorar uma questão tão delicada como esta, ainda mais porque lembramos em 2018 os setenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Assim, os estudantes-delegados participantes do comitê do ACNUR, presente nesta edição da SIMUNA, terão o desafio de simular e refletir sobre as questões religiosas, étnicas, territoriais, políticas e humanitárias inerentes a crise dos refugiados rohingyas em Mianmar.

 

OMS – Organização Mundial de Saúde

 Fundada em 7 de abril de 1948, a Organização Mundial da Saúde (OMS) é uma agência que busca garantir a saúde e o bem-estar da população. Para a OMS, saúde não é somente ausência de enfermidades, estar saudável é ser plenamente livre de enfermidades físicas e psicológicas e ter acesso a procedimentos seguros e realizados seguindo os protocolos de segurança propostos pela organização.

Estima-se que cerca de 25 milhões de abortos não seguros (45% do total) sejam realizados no mundo inteiro, principalmente na África, Ásia e América Latina. Os dados estatísticos evidenciam que restringir ou impedir o acesso ao abortamento seguro resulta em mortes e sequelas físicas e psicológicas para as mulheres. Ademais, ao dificultar a realização do abortamento em condições seguras e com auxilio psicológico para a paciente, a legislação em conjunto com os dogmas religiosos direciona a população feminina pobre para a morte ou para sequelas físicas e mentais irreversíveis. Ou seja, proibir ou dificultar o aborto é um ataque aos direitos humanos e à liberdade das mulheres. Preocupada com os graves prejuízos que o aborto clandestino causa a população feminina a XI SIMUNA, convida os estudantes a analisar as questões religiosas, sociológicas e biológicas que envolvem o tema e a buscar políticas de saúde pública que evitem mortes pelo abortamento inseguro.

                                                                                           

OIT – Organização Internacional do Trabalho

Os anos de 2017 e de 2018 foram marcados por uma série de denúncias de abusos sexuais entre as chamadas “personalidades”. Podemos citar os casos de denúncias em Hollywood, envolvendo atores como Harvey Weinstein, Kevin Spacey e Sylvester Stallone, no cenário esportivo nacional e internacional e entre funcionários da Rede Globo de Televisão, como as denúncias envolvendo o ator José Mayer. O mais impressionante é que tal situação é recorrente nas diversas relações estabelecidas na sociedade e, em geral, só vem à tona quando se refere a esses famosos.

Assim como o assédio sexual, o assédio moral é classificado, pela OIT, como formas de violência e precariedade nas relações de trabalho. É urgente a discussão, o reconhecimento e a proposição de soluções para assegurar às trabalhadoras e trabalhadores o direito à dignidade e à plena valorização profissional.

Nós, integrantes do Comitê OIT/SIMUNA 2018, temos o dever de refletir e, em conjunto, elaborar propostas efetivas de combate a tais práticas que há muito tempo afetam, em grande número, as mulheres e os homens, e que não poderão estar presentes nas gerações futuras.

Lembre-se que tais proposições partem do pressuposto do respeito aos diferentes gêneros, etnias, orientações sexuais e, sobretudo, do respeito aos direitos humanos, garantidos pela DUDH, de 1948. Colocar-se no lugar do outro, entender a extensão dos danos provocados pelas práticas de violência moral e sexual é um dever para a discussão e reflexão dos senhores.

Por fim, o ano de 2018 é simbólico para tais discussões e reflexões, já que remetemos aos 70 anos de promulgação da DUDH, aos 30 anos de promulgação da Constituição Brasileira de 1988, conhecida como “Constituição Cidadã” em função das conquistas de âmbito social e democrático no país e, em especial, aos 50 anos da morte de Martin Luther King Jr, cuja vida foi dedicada à luta pela igualdade, tolerância e vivência humana.

 

Agências de comunicação escrita e audiovisual

Os encontros internacionais começam antes da abertura das sessões e continuam após as cerimônias oficiais de encerramento, seja porque as relações de interesse entre os Estados ultrapassam necessariamente as salas de discussões, seja porque a cobertura nos meios de comunicação expande o alcance e a complexidade destes encontros. Afinal, estas agências acompanham diariamente os debates, entrevistam os diplomatas e demais autoridades presentes, fotografam, desenham, filmam, editam e, por fim, produzem reportagens escritas e audiovisuais que nos permitem conhecer uma parte do que acontece nos bastidores destes eventos. Trata-se sempre de uma visão possível da realidade, cuja parcialidade se soma ao complexo jogo de interesses econômicos, políticos e ideológicos inerentes ao funcionamento de sistemas como as Nações Unidas.

Sendo assim, nenhuma simulação de relações internacionais estaria completa se não reproduzisse também o trabalho das agências de comunicação, as quais foram ampliadas na X edição da SIMUNA.

Em 2018, assim como em 2016 e em 2017, além do trabalho com os jornais escritos, a cobertura dos eventos e dos comitês será enriquecida com um espaço mais amplo para outros meios de comunicação, como, por exemplo, o trabalho irreverente das charges e caricaturas, além da possibilidade de produção de documentários. Ademais, teremos a participação de jornalistas mirins, dando uma nova perspectiva para o evento. A ideia é aumentar as possibilidades para aqueles que se proponham a contar históricas, informar e analisar detalhes que, por vezes, nos passam despercebidos enquanto vivemos os acontecimentos.

Neste ano, teremos os seguintes jornais e revistas:

  • CSNU:
    • The New York Times;
    • Al Akhbar.

 

  • HISTÓRICO:
    • The Times;
    • Criação de um Jornal Operário (Jornal anarquista ou socialista de livre escolha ou criação).

 

  • ACNUR:
    • The Irrawaddy;
    • El País.

 

  • OIT:
    • Al Jazeera;
    • Revista Time.

 

  • OMS:
    • Le Figaro;
    • The New England Journal of Medicine.

 

  • COBERTURA GERAL:
    • Mídia Ninja.

 

  • COMITÊ DE IMPRENSA JR.:
    • Jornal Online (representado por um quarteto);
    • Folhinha Fotográfica (em duplas);
    • Simuninha Diário (em duplas).

 

  • Videodocumentaristas (um quarteto) e Chargistas (4 vagas).

Inscrição

“A inscrição para participar das atividades da XI SIMUNA ocorrerá por meio de duas etapas. A primeira compreende a realização de uma pré-inscrição e a segunda consiste no pagamento, necessário para assegurar a confirmação da pré-inscrição. Vejamos:”

PASSO 1: O aluno deve acessar o link para o formulário de inscrição do comitê que pretende participar. Os links de acesso estarão disponíveis nas mídias sociais da Simuna e no site do Colégio Nacional.

PASSO 2: Preencher o formulário com todos os dados obrigatórios. Uma vez preenchido e submetido o formulário a pré-inscrição terá sido finalizada.

PASSO 3: Em até 48hs do preenchimento do formulário, o boleto para pagamento será entregue ao aluno em sala de aula. Quanto aos participantes que não sejam alunos do Nacional, o boleto será  encaminhado para o e-mail indicado no formulário de inscrição (confira se o endereço eletrônico está correto, não nos responsabilizamos pelo não envio do boleto em caso de incorreção dos dados).

PASSO 4: Pagamento do boleto. Uma vez efetuado o pagamento, a pré-inscrição se convalida e o aluno será considerando efetivamente inscrito.

Observações importantes:

1- As inscrições devem ser realizadas a partir das 20hs do dia 06/06. O horário estabelecido visa garantir acesso aos formulários a todos os alunos em igualdade de condições, de modo que, aquele que tentar acessar o sistema, credenciando sua inscrição antes do horário estabelecido terá sua pré-inscrição desconsiderada. As pré-inscrições iniciais se encerrarão às 23:59 do dia 10/06.

2- Assim que atingido o limite de vagas para cada comitê o formulário será automaticamente trancado, não admitindo novas pré-inscrições. O mesmo não se aplica aos formulários de inscrição para chargista e videodocumentarista, que pela natureza da atividade ensejarão uma avaliação prévia do material para admitir os participantes, de modo que o formulário comportará tantas inscrições quantas forem feitas.

3- Considerando que a pré-inscrição apenas se efetiva com o pagamento é possível que existam vagas remanescentes para os comitês. Nesta circunstância, os formulários serão reabertos e será assinalado, oportunamente, prazo para preenchimento destas vagas. Fiquem atentos!

 

INSCRIÇÃO COMITÊ DE IMPRENSA – ESPECIFICIDADES

COMITÊ DE IMPRENSA – Jornalistas:

Haverá 22 vagas para essa modalidade. As inscrições serão feitas em duplas, as quais poderão escolher um veículo para representar, ou participar de um sorteio. Caso decida pelo envio do application, a dupla deve enviar o documento para o email simuna2018@gmail.com, até o dia 12/06/2018 (terça-feira).

O resultado do quarteto participante nessa modalidade sairá no dia 16/06 às 20h.

 

COMITÊ DE IMPRENSA – Documentaristas:

Haverá 4 vagas (um grupo) para essa modalidade. Participarão da SIMUNA em um grupos, de quatro componentes. Para se inscrever nessa modalidade, os candidatos deverão encaminhar o link de um vídeo ou o vídeo feito pelo grupo, com até 30 segundos, no formato Wmv/MPEG4, considerando o tema: “Eu tenho um sonho!” ; até o dia 12/06/2018 (terça-feira) para o email simuna2018@gmail.com

O resultado do quarteto participante nessa modalidade sairá no dia 16/06 às 20h.

 

COMITÊ DE IMPRENSA – Chargistas:

Haverá 4 vagas para essa modalidade.

Participarão da SIMUNA individualmente;

Para se inscrever nessa modalidade, os candidatos deverão encaminhar uma caricatura, ou uma charge, ou um desenho, no formato IMAGEM. JPEG., considerando o tema: “Eu tenho um sonho!” ; até o dia 12/06/2018 (terça-feira) para o email simuna2018@gmail.com

O resultado dos aprovados nessa modalidade sairá no dia 16/06 às 20h.

 

COMITÊ DE IMPRENSA JR.

Não há necessidade de preenchimento ou envio de formulário. A inscrição para o Comitê de Imprensa Jr será POR EMAIL.Siga as informações abaixo:

PÚBLICO: sexto, sétimo e oitavo ano

OBS: a inscrição para o “Jornal Online” deve ser em grupo de 4 pessoas. Para as demais mídias (Folhinha Fotográfica e Simuninha Diário) a inscrição é em dupla.

 

JORNAL ONLINE

Haverá 4 vagas (um grupo) para essa modalidade.

Participarão da SIMUNA em um grupo, de quatro componentes;

Para se inscrever nessa modalidade, os candidatos deverão encaminhar o link de um vídeo ou o vídeo feito pelo grupo, com até 30 segundos, no formato Wmv/MPEG4, considerando o tema: “Eu tenho um sonho!” ; até o dia 13/06/2018 (quarta-feira) para o email simuna2018@gmail.com. No corpo do email, colocar o nome completo dos participantes, série e turma.

O resultado dos aprovados nessa modalidade sairá no dia 16/06 às 20h.

 

SIMUNINHA DIÁRIO E FOLHINHA FOTOGRÁFICA

Haverá 4 vagas (duas duplas) para essa modalidade.

As inscrições serão feitas em duplas, as quais poderão escolher um veículo para representar. Para se inscrever nessa modalidade, os candidatos deverão encaminhar uma edição de jornal (notícia/reportagem), considerando o tema: “Eu tenho um sonho!” ; ; até o dia 13/06/2018 (quarta-feira) para o email simuna2018@gmail.com. No corpo do email, colocar o nome completo dos participantes, série e turma.

O resultado dos aprovados nessa modalidade sairá no dia 16/06 às 20h.

 

LINKS DE ACESSO AOS FORMULÁRIOS DE INSCRIÇÃO

ACNUR – ALTO COMISSARIADO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA OS REFUGIADOS
https://goo.gl/forms/y3KcMNpB2lmB7rXx1

CSNU – CONSELHO DE SEGURANÇA DAS NAÇÕES UNIDAS
https://goo.gl/forms/rTUrMsHBzMokNrNy1

OIT – ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO
https://goo.gl/forms/it74jaITXIUsPmC72

OMS – ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE
https://goo.gl/forms/qyZzCyNOwNTDmkIp1

COMITÊ HISTÓRICO – CONFERÊNCIA DE BERLIM (1884-1885)
https://goo.gl/forms/w4O2Z9wmB80j6Vc43

COMITÊ DE IMPRENSA
https://goo.gl/forms/fafzXnslQ1y6iBlG2

COMITÊ DE IMPRENSA – CHARGISTA
https://goo.gl/forms/K2WuHPPvp2ODuVmj1

COMITÊ DE IMPRENSA – VÍDEO DOCUMENTARISTA
https://goo.gl/forms/CYaqb9HcgMENFqxb2

Cronograma

CRONOGRAMA:

 

16/06:

20h: Divulgação dos Guias de Estudo

20h: Divulgação das delegações

 

19/06:

19h15min – Aula Preparatória 1 – Unidade da Rua México 208

21h15min – Encerramento

 

26/06:

19h15min – Aula Preparatória 2 – Unidade da Rua México 208

21h15min – Encerramento

 

27/06:

21h – Entrega dos Documentos de Posição Oficial via email: simuna2018@gmail.com, até às 21h

 

28/06:

17h –  Início das atividades exclusivas do Comitê de Imprensa

19h – Revisão de Regras

21h – Cerimônia oficial de abertura

22h – Coquetel de abertura

23h – Encerramento

 

29/06:

19h – Primeira Sessão

22h30min – Encerramento

 

30/06:

09h – Segunda Sessão

12h – Intervalo para Almoço

13h – Terceira Sessão

16h – Lanche

16h30min – Quarta Sessão

19h30min – Encerramento

 

01/07:

09h – Quinta Sessão

12h – Intervalo para Almoço

13h – Sexta e Última Sessão

16h – Cerimônia de Encerramento

17h30min – Coquetel de Encerramento

19h30min – Encerramento

 

Guia de Estudos

Os guias de estudos têm a finalidade de auxiliar os participantes a cumprirem seu papel nos comitês.

Em breve!

 

 

Foto: Beto Oliveira

Foto: Beto Oliveira

“A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar.”

(Fernando Birri)

No Colégio Nacional, os assuntos que dominam o noticiário internacional são vivenciados na prática por meio da Simulação de Relações Internacionais (Simuna), realizada pela escola desde 2008.

Durante quatro dias de atividades, a unidade do Ensino Médio de Uberlândia é transformada em um ambiente diplomático – inspirado nos MUN’s (Modelos de Relações Internacionais das Nações Unidas), em que os estudantes assumem os papéis de embaixadores, governantes, jornalistas e ativistas, com o desafio de representá-los com o máximo de veracidade em debates sobre questões ambientais, econômicas, culturais, sociais e políticas do mundo contemporâneo.

Seguindo uma tradição histórica, a Simuna envolve, na participação e organização, alunos e ex-alunos do Colégio Nacional. O evento é aberto, ainda, a universitários e estudantes do Ensino Médio de instituições públicas e privadas de Uberlândia e região. 

 

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Foto: Beto Oliveira

VIII SIMUNA – 2015

Ocorrida entre os dias 21 a 24 de Maio de 2015, a última edição da Simuna possibilitou o debate de temas importantes e muito atuais. O Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) falou sobre a crise política e o separatismo no leste da Ucrânia; a Comissão sobre o Status da Mulher (CSW), sobre violência contra as meninas e mulheres perante o fortalecimento dos movimentos fundamentalistas; e o Conselho de Direitos Humanos (UNHRC), cujo foco foi refletir sobre a negação da infância em situações de extrema pobreza e guerra.

Além desses três comitês, foi instaurando um Comitê histórico, simulando a Conferência de Paris de 1919-20, que pôs fim a Grande Guerra, como os europeus a chamam, um dos maiores conflitos armados já travados pela humanidade, responsável por alterações territoriais e desdobramentos políticos que ainda hoje marcam nossas sociedades; e um comitê de Imprensa que trabalhou na cobertura do evento, por meio de jornais impressos, caricaturas, blogs e snapchat. Debates foram intensos e calorosos, trazendo à tona novos pontos de vista a respeito dos temas discutidos, de modo que os alunos passaram a enxergar, a partir de novas lentes, as relações políticas e internacionais por meio da experiência com o evento.

 

VII SIMUNA – 2014

A VII edição da Simuna ocorreu em abril de 2014 e trouxe à tona questões do cenário internacional por meio de três comitês principais: UNESCO, Comissão de Desarmamento e Segurança Internacional (CDSI) e o Tribunal de Nuremberg, além dos tradicionais comitês de Imprensa e do Terceiro Setor (ONGs).

A SIMUNA é um evento com mais de sete anos. Surgiu pequeno, articulado pelos estudantes do Ensino Médio, com apoio dos professores e do corpo pedagógico, com um tempero que combinava irreverência e seriedade. Desde o princípio, nosso projeto tem por finalidade criar um espaço, aberto e democrático, em forma de simulação, dentro do qual os participantes são levados a representarem embaixadores, presidentes, chefes militares, jornalistas, ativistas de organizações não governamentais, staffs, diretores, juízes e, porque não, jovens intérpretes dos papeis mais importantes no cenário internacional, no mundo.

 

VI SIMUNA – 2013

A abertura da VI Simuna contou com a participação do libanês Salim Kadi, que militou armado no exército aos 14 anos, e compartilhou sua experiência e visão de mundo com alunos do Colégio Nacional e graduandos da UFU. Compreendendo a necessidade de propor discussões contemporâneas, o evento ofereceu quatro comitês.

O Conselho de Direitos Humanos (CDH) debateu o problema das crianças-soldado, presentes não apenas nas guerras civis africanas, nos movimentos separatistas, em organizações terroristas, mas também no crime organizado nas favelas brasileiras. Já o Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU) tratou da grave situação política e humanitária na Síria, dividida por uma guerra civil desde 2011.

O comitê de Imprensa foi reeditado, possibilitando aos jovens participantes experimentarem a produção da notícia, com seus desafios e responsabilidades. O encerramento do evento foi feito via webcam, pela ex-aluna do Colégio Nacional, Letícia Mendonça, uma das idealizadoras da Simuna, que cursou Relações Internacionais na UNESP e hoje trabalha na empresa OXFORD BUSINESS GROUP, no Panamá, e pelo consultor pedagógico do Colégio Nacional, Thomé Caires, que participou da cerimonia direto do Canadá.

 

IMG_0426V SIMUNA – 2012

A V Simuna foi realizada em julho de 2012. Um de seus comitês convidou os estudantes do Colégio Nacional e da UFU ao exercício de voltar no tempo, com a incrível chance de encerrar a Segunda Guerra Mundial de forma diferente, destino esse que foi discutido em um encontro que nunca ocorreu: a “Conferência de Paz de Varsóvia“.

Os convidados de honra da noite de abertura foram Pedro Burgarelli, ex-aluno do Colégio Nacional e graduando em RI pela University de Montreal – Canadá, e Leandra Guerin, professora de sociologia e membro honorário do conselho da Simuna.

No encerramento, além da participação de Dani Rotelli e Luchino Mandias, jovens que trabalham pela defesa do Meio Ambiente e se vestem com roupas produzidas com materiais reutilizados, houve o lançamento do livro “Cavando Trincheiras – Crônicas do Soldado Irineu”, de Paulo Irineu Barreto Fernandes, doutorando em Geografia Humana e Cultural e professor de Filosofia do Instituto Federal do Triângulo Mineiro.

 

IV SIMUNA – 2011

Na quarta edição da Simuna, realizada em novembro de 2011, foram simulados dois comitês do Sistema das Nações Unidas: o CSNU (Conselho de Segurança das Nações Unidas), que contou com a participação de graduandos da UFU, Uniminas e Politécnica, enriquecendo o debate sobre a questão Palestina; e o CDH (Conselho de Direitos Humanos), que discutiu a expansão das práticas de racismo, intolerância e xenofobia pelo mundo.

Além dos comitês, o evento contou com uma equipe de imprensa, realizando a cobertura das atividades em tempo real. As notícias foram publicadas diariamente por meio de modelos de grandes jornais internacionais, como New York Times e The Guardian e ficaram disponíveis em um jornal mural durante todo o evento.

 

III SIMUNA – 2010 IMG_3167

A terceira edição da Simuna foi realizada em outubro de 2010 e contou com a participação de alunos do Ensino Médio e Fundamental do Colégio Nacional, alunos visitantes de escolas publicas de Uberlândia, do Colégio Sidarta/São Paulo e dos cursos de Jornalismo, Direito e Relações Internacionais da UFU e da PUC do Rio de Janeiro.

Durante quatro dias de trabalho, os alunos e convidados defenderam com veemência sua posição, devidamente adequados aos procedimentos diplomáticos, seja para decidir a extradição de Giuseppe Togliatti (STF) ou para definir estrategias para contornar as catástrofes ambientais que ocasionam as mudanças climáticas (COP-16); seja para solucionar “a crise humanitária em Dafur” (ACNUR) ou para avaliar “a violência dos Direitos Humanos nas práticas de tortura pelo mundo” (CDH). Todos os acontecimentos foram acompanhados e registrados pelo comitê de Imprensa.

 

II SIMUNA – 2009

“Quem disse que os problemas da humanidade são responsabilidade exclusiva dos grandes?” Foi com essa indagação que o professor Délcio Garcia declarou aberta a segunda edição da Simuna, primeira simulação oficial do Colégio Nacional, que reuniu alunos dos 2º e 3º anos do Ensino Médio da unidade de Uberlândia.

A partir de discussões realizadas pela organização do evento – formada por alunos, professores e coordenadores, foram realizados três comitês: o de Imprensa, que reuniu alunos-jornalistas, responsáveis pela dinâmica da cobertura jornalística do evento; a Cúpula Global, que trabalhou o tema do conflito Israel-Palestina e a Cúpula das Américas, que focou a questão das bases militares estadunidenses na Colômbia e nas fronteiras.

 

I SIMUNA – 2008

A I Simuna aconteceu em 2008, de forma tímida e ainda experimental. Na época, alunos do Ensino Médio da unidade de Uberlândia que se interessavam em participar de simulações de relações internacionais de referência, como a Mini ONU, organizada pela PUC, em BH, e o Fórum FAAP, em São Paulo, se mobilizaram com colegas para criarem um evento semelhante na escola. Além de mIMG_0334udarem os rumos da história do Colégio Nacional e das próprias simulações, esses alunos pioneiros buscavam integrar os colegas que não podiam participar da atividade por questões financeiras. 

Em sua primeira realização, a Simuna contou com a participação de 17 alunos entre 1º e 3º. As discussões foram desenvolvidas em um único comitê, o Comitê Histórico, que foi conduzido nos moldes de uma reunião extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA), com o objetivo de deliberar sobre um golpe de estado no Haiti.

Embora tenha sido um rascunho das simulações que a sucederam, esta primeira experiência foi muito bem-sucedida, pois a partir daí o projeto ganhou contornos de realidade. Desde então, a cada ano, novas gerações se engajam no projeto e tornam possível a sua realização, em um exercício muito significativo de visão histórica, cooperação e protagonismo.